MÉNAGE À TROIS, SELVA DE PEDRAS E A LIBERDADE DESCONHECIDA. 

( Livro Pensamentos Insaciáveis – Editora Multifoco – 2015 – Autor Willian Artale)

Cidade de São Paulo, final do mês de novembro do ano de 2013. Lá estava eu, nesta grandiosa cidade, que por muitos era conhecida como “selva de pedras”.

Eu havia ido para a cidade de São Paulo em viagem de estudos de especialização, que em minha cidade à 600 km da “Selva de Pedras”, não  tinha. Eram somente dois dias em que eu ficaria na cidade, sendo uma quinta e sexta-feira, retornando para o interior do Estado no sábado de manhã. Fiquei hospedado na região próximo ao Bela Vista e Consolação, na Barra Funda. Precisamente, eu estava próximo da famosa Rua Augusta, da Avenida Paulista e da Rua Consolação. Em outras palavras, eu estava bem no centro da grande São Paulo.

Na quinta-feira, sem muitas novidades no meu dia, que fiquei focado no curso e no final do dia, aproveitei para visitar alguns amigos que eram da mesma cidade que eu e estavam agora morando em São Paulo, bem naquela mesma região em que eu estava hospedado.

Na sexta-feira também, passei o dia focado no curso. Depois das 18 horas, que o curso acabou; procurei dar uma volta pela região que estava. Mas logo retornei para o hotel, para descansar. Afinal, eu objetivava aproveitar a noite paulistana no meu último dia em São Paulo.

Assim eu fiz, voltei ao hotel e descansei. Perto das 21 horas resolvi jantar fora e não no hotel. Caminhei um pouco pela região. Ao sair do hotel, virei a esquerda, onde a rua ‘morria’ no meio da Rua Augusta. O clima estava agradável, com uma brisa refrescante. A Rua Augusta já estava com seus bares e restaurantes bem lotados, difícil de encontrar algum lugar/mesa disponível.

Resolvi continuar andando. Segui em sentido a Avenida Paulista, que naquele horário, naquele trecho, não tinha nada de interessante para entrar e jantar. Não que eu tenha visto, pelo menos. Continuei andando, até que virei na Rua Consolação. Comecei a me perguntar porque eu havia virado ali. Na verdade é como se eu estivesse dando volta no quarteirão, um longo quarteirão. Continuei, até que entre a Rua Consolação em que eu estava, com a Rua Fernando de Albuquerque, que era a mesma do hotel (que do outro lado dela, ‘morria’ na Rua Augusta), encontrei bem de esquina entre essas duas ruas, um restaurante agradável, aparentemente de uma rede de restaurantes e que tinha mesas vagas, além de ter o melhor preço da cerveja, que se comparado aos outros lugares. Resolvi que seria ali mesmo, que iria jantar.

Não pedi nada exagerado. Pedi algo a base de carne, meio porção de carne seca, com meio de frango, arroz e salada, como bem sugeriu o gerente. Para beber, enquanto esperava, pedi uma cerveja, nacional, popular mesmo. Depois de beber um copo de cerveja, resolvi comprar cigarros, mas de sabor. Detesto cigarros comuns. Sim, sou fresco nisso! 

Com o copo cheio e o cigarro na mão, fui para o lado de fora do restaurante, fumar e observar o movimento enquanto esperava meu jantar ficar pronto.  Foi neste momento que pude perceber, que próximo do restaurante, quase que do lado, tinha um barzinho bem jovem. Dei uma olhada mais de perto e vi muita gente bonita e uma decoração bem bacana. Aliás, de fora do lugar, dava uma falsa impressão de que era bem pequeno e apertado, mas não parava de chegar gente e entrar. 

O segurança que estava na entrada do barzinho e que também estava entregando a “comanda” para quem entrava, ao perceber minha curiosidade, convidou-me a entrar para conhecer. Respondi que estava interessado em conhecer sim, que após o jantar no restaurante ao lado, eu voltaria para entrar. 

Voltei para  frente do restaurante, ao passo que o gerente veio me avisar, que já estava tudo pronto para ser servido. Então entrei, voltei para a mesa e comecei a ser servido. Estava mesmo é ansioso  de alguma forma, pois fazia tempo que não ia para São Paulo e aquela seria a última noite antes de retornar para minha cidade. Eu tinha que aproveitar do momento, ainda que sozinho. Pensei seriamente, ao terminar de jantar, ir naquele barzinho ao lado. Afinal, também estava perto do hotel, não teria que caminhar sozinho de madrugada uma longa distância e nem precisaria gastar absurdos com táxi.

Assim então, eu fiz. Ao terminar o jantar e deixar o restaurante, fui até o barzinho do lado. O segurança me recepcionou, entregou-me ‘comanda’ e abriu a porta. Ao entrar, o espaço era realmente bem apertado e estava cheio. O clima estava ótimo, iluminação ideal, boa música, muita gente bonita.

Sem conhecer ninguém, dirigi-me direto para o balcão. Pensei em pedir uma dose de alguma coisa destilada, mas cheio como estava, imaginei que iria levar um tempo até ser atendido. Então, acabei optando por uma cerveja holandesa, mesmo. A garota que me atendeu, talvez por perceber que eu nunca estive ali, perguntou se era a primeira vez que eu vinha ao bar. Ao responder que sim, ela então gentilmente se ofereceu para me mostrar o lugar.

Serviu-me a cerveja que pedi e passou a me mostrar todo o ambiente. Subimos por uma estreita escada, onde também, no corredor havia algumas mesas pequenas e acentos embutidos, cada mesa com dois lugares. No andar de cima, haviam vários grupos sentados em sofás, poltronas e cadeiras. Tudo era muito bem decorado, com estilo retrô e alternativo, iluminação baixa. Um espaço muito agradável.

Depois ela me mostrou a área externa, mais usada pelos fumantes, que descia uma escada do andar superior, que eu estava. Era um espaço relativamente pequeno, com no máximo três mesas, algumas pessoas em grupos, fumavam, bebiam, conversavam sobre diversos assuntos. Após ter terminado o “tour”, ela perguntou se eu desejaria algo mais e voltou para o balcão. Eu fiquei um pouco ali, na área externa olhando algumas mensagens no celular. Em seguida, resolvi dar uma circulada pelo ambiente. Desta vez, olhando mais para as pessoas do que para o lugar.

Subi as escadas da área externa, entrei de volta para a sala do andar superior, em que percebi que os grupos de amigos nos sofás estavam bem a vontades, garotas, rapazes... Desci pela mesma escada estreita de antes e percebi que naqueles lugares de duas pessoas, por duplas de pessoas do mesmo sexo. Mas foi só na parte debaixo, próximo  ao balcão que comecei a perceber.

Avistei alguns casais de pessoas do mesmo sexo, maioria sendo de homens. Confirmei então, que eu estava em um barzinho “gls”, quando fui ao banheiro e ao notar que não havia indicação de masculino e feminino e, uma garota me perguntou para qual das portas eu iria. Portanto, os banheiros eram unissex, podendo ser usados qualquer um dos lados. Achei isso incrível.

Ao sair do banheiro, no centro entre as duas portas, tinha uma pia para lavar as mãos e um super espelho bem moldurado. A garota também havia acabado de sair do outro banheiro. Ela puxou assunto, perguntando-me se era a minha primeira vez no bar. Respondi que sim e fiz a mesma pergunta a ela, que também respondeu que era a primeira vez dela no bar. Emendou perguntando minha sexualidade. Respondi dando uma risadinha, que eu sou “human sexual”. Ela riu! Fiz a mesma pergunta a ela, que respondeu ser hetero.  

Ambos concordamos que estar naquele bar, era perfeitamente normal e que nós não tínhamos qualquer preconceito. Concordamos que estava muito agradável e divertido.

Ela então subiu as escadas retornando para a área externa e convidou-me para me juntar aos amigos dela. Aceitei! Na parte externa do bar, ficamos todos conversando vários assuntos. Boa parte consistia em besteiras obscenas. 

Estava muito divertido! A primeira pergunta do grupo que me fizeram, partiu de uma garota lésbica, que perguntou: “- Você gosta de ‘grelão’?”. Pensei rapidamente como responder. Afinal, recebi a pergunta como um teste e não queria parecer o que não sou. Muito menos preconceituoso ou machista, ou daquele tipo metido a machão. Então respondi: “-Claro! Grelão, grelinho, grelo...”. Todos riram e ela disse: “- Você é dos meus!”.

Nesse momento, um rapaz do grupo, gay e um dos mais engraçados disse em alto e bom som: “-Ai, Credo!!” e outro complementou: “Ah, Eu já lambi uma bucetinha. Não gostei!”. Todos riam com esses assuntos e respostas. Depois o pessoal foi se dispersando, mas continuei ali com os que ficaram, os mais maduros, assim digamos. Grupinho ficou sendo, eu, uma mulher lésbica, outra hetero e dois homens gays. 

Diga-se de passagem, que os dois homens gays, eram bem bonitos, inteligentes, interessantes e resolvidos na vida. Os assuntos evoluíram, ficando inteligentes e interagi bastante com o pessoal. 

Cheguei a ser convidado pelo grupo, para ir a uma festa vip em uma boate bem conhecida na cidade. Mas eu sozinho em São Paulo, madrugada, não saberia como voltar e táxis seria muito caro, devido o horário. Então, agradeci ao convite, mas não pude aceitar, por esses motivos.

Todos nós, antes de nos despedirmos, começamos a nos adicionar no celular e nas redes sociais. 

Então, nos despedimos e o grupo se foi. 

Continuei ali no barzinho.

Sai da área externa, e fui para o andar inferior, onde ficava o balcão e pedi mais uma cerveja. Ali parado, olhando à minha volta, reparei em um casal, um homem e uma mulher que estavam se agarrando com vontade, beijos bem insinuosos. Percebi que a mulher me notou olhando para eles e cochichou alguma coisa no ouvido do homem e então, ele me olhou.

Nesse momento, confesso que senti um arrepio na espinha, com receio de ter sido interpretado de forma equivocada e com isso, me metido em encrenca. Ela então, deu um leve beijo nele e se levantou, passou por mim, deu um sorrisinho e caminhou para o banheiro. Nisso, o cara veio em minha direção.

Aproximou-se e me cumprimentou.  Sinalizou para o barman pedindo uma dose de whisky. Virou-se em minha direção e perguntou se era minha primeira vez ali, no bar.

Respondi que sim e o assunto se seguiu nesse sentido, inicialmente sobre o bar. Ele puxando assunto, foi me dizendo que também era a primeira vez deles naquele bar, que não sabiam ser um barzinho “gls”, mas que também adoraram o lugar. Que haviam se mudado fazia pouco tempo, para aquela região da cidade e que estavam conhecendo as redondezas, procurando opções diferentes.

A conversa seguiu agradável. Sua mulher retornou do banheiro e juntando-se à nós, logo sendo-me apresentada por ele. Ficamos ali, os três conversando sobre diversos assuntos, até que os funcionários do bar comunicaram que já estavam para fechar, se alguém desejava mais alguma coisa. Já eram 01h30min da manhã. Muitos barzinhos em São Paulo fecham nesse horário.

O casal então, me perguntou se eu tinha algum plano ao sair dali do bar. Respondi que não tinha nada em mente, que provavelmente iria para o hotel, que ficava algumas quadras dali.

Fui surpreendido pelo convite, que partiu da mulher, para irmos os três, ao apartamento deles. Pensei, mais uma vez e fiquei com receio de me afastar demais da região do hotel, ainda mais com um casal que eu acabará de conhecer. Por mais que eu já imaginava as intenções, eu também tinha minhas dúvidas, quanto as reais intenções deles. Desta forma, por estar sozinho e em dúvida, numa cidade que é extremamente perigosa, não quis arriscar, mas também não queria perder uma oportunidade de experimentar algo novo.

Assim sendo, sugeri que fossem comigo para o hotel, que já estava bem próximo mesmo. O carro deles, também estava estacionado próximo ao hotel, pelo que explicaram. Eles trocaram alguns olhares, sorrisos, típico de casal que parecem conversar telepaticamente. Olharam-me de volta e aceitaram a ideia. Pagamos a conta no bar, saímos e nos dirigimos ao hotel.

Pensei por um momento, na possibilidade de a recepção do hotel, pudesse barra-los, porém o funcionário nem percebeu nada e subimos pelo elevador. Chegando no apartamento que eu estava, eles fizeram o comentário preliminar de que o lugar era bacana, sala espaçosa.

Convidei-os a sentarem no sofá, ficarem à vontade. Abri o frigobar para pegar algo para nós. Tinha daquelas mini garrafas de whisky e algumas latas de cerveja, refrigerante, água, duas latas de energético e uma garrafa de vinho tinto suave de marca popular. Optamos pelo whisky. Peguei as três garrafinhas, sendo duas de Jack Daniels e uma de Chivas. Peguei três copos e servi, ao estilo cowboy, puro. Ele ficou com a dose de Chivas, ela e eu, com as de Jack Daniels.

Sentados ali, conversando e rindo, ela insinuosamente o beijou com desejo, se levantou para ir ao banheiro, passou por mim e acariciou meu rosto. Neste momento, enquanto ela estava no banheiro, ele perguntou-me se eu gostava dela, o que eu achava. Respondi com cautela, que ele casou muito bem, mulher linda e atraente. Momento este, que ele me disse que ela também havia gostado de mim, que ambos estavam procurando por algo diferente naquela noite, e me perguntou o que eu acharia de algo a 3, um “ménage à trois”. 

Dei uma golada no whisky; não estava surpreso com a possibilidade.  Era um casal bonito, ela principalmente, com seus 1,70 m de altura, corpo magro de belas curvas, que podia perceber pelo vestido curto e coladinho ao corpo que usava, cabelos pretos e curtos, com um corte moderno, ao estilo Yulia Volkova, da dupla T.A.T.U ( que alias, com quem ela se parecia muito), de pele clara e com algumas tatuagens nos ombros, atrás da orelha, nos pulsos e tornozelos, até onde eu podia naquele momento avistar e com idade aproximadamente entre 30 e 32 anos. Uma mulher linda e estilosa. Ele, um cara entre seus 37 a 40 anos, de aparência bem jovial, malhado, com o físico bem em forma, cabelos castanhos claros, lisos, ao estilo do ator Bem Affleck. Aliás, ele se parecia muito com o ator internacional.

Então, após a pergunta, me sentei confortavelmente no sofá, nisso ela saiu do banheiro, acredito que já imaginando que já estava tudo subentendido e certo. Sentou-se ao lado do marido, tomou um pouco mais do whisky e perguntou: “Então?”.

Seu marido sinalizou positivamente e dizendo em seguida: “Nos entendemos bem. Ambos lhe achamos maravilhosa, meu amor! Creio que ele adorará lhe conhecer melhor.”. Ela me olhou, deu um leve sorrisinho de canto, ao movimento que me inclinei para frente, coloquei o copo na mesinha de centro, olhei para ambos e comentei: “Sim, é verdade. Muito linda e atraente. Com desejo de conhecê-la melhor.”. Ela novamente me olhou e deu outro sorriso. 

Antes que o marido comentasse algo, ela tomou a iniciativa, dizendo que somente deixaria rolar naturalmente, que tudo aconteceria. O marido acrescentou dizendo que era uma novidade para eles e de que estavam muito a fim de experimentar.

Neste momento, peguei o copo novamente e o levantei propondo um brinde, que foi seguido pelos dois e brindamos pelo momento que vivenciaríamos. Após o brinde, ela se aproximou de mim e me beijou. Enquanto nos beijávamos, o marido dela se aproximou de sua mulher pelo outro lado, a acariciando e a beijando na nuca e pescoço. 

Após os beijos, sugeri aproveitarmos melhor do espaço da sala, já que o quarto era de solteiro. Desta forma, tiramos a mesa de centro da sala, o sofá tinha uma gaveta com um colchão dentro, transformando-se em uma cama. Agora tínhamos um sofá-cama, com um espaço bem confortável.

Estávamos agora, os três neste sofá-cama, sendo que ela ficou entre eu e o marido, onde eu fiquei de frente com ela nos beijando, enquanto ao marido a acariciava observando-a me beijar. 

Foi abrindo o vestido dela, baixando as alças do ombro, revelando os seios com sutiã. Ela virá colocando-se de frente com o marido e passa a beija-lo. Eu me juntei ao corpo dela, beijando-a na nuca e no pescoço, agarrando-lhe os seios, ainda com o sutiã. Passei a beijar suas costas e em seguida vou abaixando seu vestido, deixando-a só de lingerie, que era da cor preta, com detalhes discretos em vermelho, sendo a calcinha modelo “fio-dental”. 

Notei mais tatuagens em teu corpo, tanto nas costas, como no cóquis. Neste momento, ela tira a camiseta do marido e abre a calça também, ordenando-o a tira-la. Em seguida, ela vira-se para mim, beija-me e vai tirando minha camisa também. 

Após tirar a calça, ficando apenas de cueca boxer azul marinho com detalhes em preto, o marido vai tirando o sutiã dela, que de seios despidos, revelando sua excitação, encosta em meu corpo quando a puxo pra mais perto e a beijo no pescoço. Ela foi abrindo minha calça e foi se abaixando junto com a calça. Ficou de joelhos entre eu e o marido, olhando para nós enquanto acariciava nossos membros.

Não perdendo muito tempo, ela vai tirando a cueca dele com uma mão e com a outra a minha, que também era boxer, todo preto. Segurando nossos membros, ela passa a chupar o meu primeiro, momento este, que não ofusco a sensação de prazer em sentir aquela boca delicada, de lábios bem desenhados e levemente carnudos, sentindo aquela pequena língua pela ponta do meu sexo. Em seguida ela volta-se para o  seu marido e abocanha o membro. 

Ela passa a chupar os dois mastros com toda sua vontade, ora o meu, ora o dele e ora os dois ao mesmo tempo. Feito isso, ela se levanta, direcionando-me ao teus seios para chupá-la e caminha uma de minhas mãos para dentro da sua calcinha, para fins de eu acariciar teu sexo, que ao tocá-la percebo o quão quente e úmida já estava, demonstrando assim o tamanho de sua excitação.

Conforme fui acariciando ela intimamente, ouvi seus gemidos sendo soltos enquanto o marido a beijava no pescoço. Ela vai se voltando para ele, abraçando-o e beijando-o, ficando novamente de costas pra mim. Vou beijando sua nuca e descendo até eu ficar de joelhos diante da sua linda e arredondada bundinha. Vou tirando sua calcinha, apreciando a vista. Depois de totalmente despida, concentro-me diante de toda sua intimidade com minhas mãos que vai afastando as bandas daquele delicioso traseiro, revelando ainda mais suas intimidades. Então, “cai de boca”, lambendo-a de “norte ao sul”. Tão cheirosa naturalmente, quentinha e úmida, que me deliciava ainda mais. Ficou ainda melhor, quando ela inclinou-se para chupar seu marido e eu ali, de joelhos atrás dela, vendo-a se abrir ainda mais, pude me deliciar com a boca, língua, todo meu rosto em teu íntimo.

Deito-me no colchão, ela em seguida vira-se para mim, abaixa-se também, fica de quatro virada para o marido e de frente para meu membro, que ela abocanhava com gosto. O marido passa a penetrá-la, seu prazer era visível, assim como o dela, que eu podia perceber em sua chupada intensa em meu sexo, que ela segurava firme, que já estava duro feito aço de tão excitado. 

Ela chega as vezes a tirá-lo da boca e bater com ele em teu rosto, enquanto que com a outra mão, chegava a me arranhar no peito até a barriga, em um momento de muito prazer, qual era visível com as estocadas que o marido dava nela, ali de quatro.

Olhei para ela dizendo, que a queria naquele momento. Ela pegou a camisinha que tinha próximo de nós, abriu com os dentes e com a boca, ela passou a colocar em meu membro. Feito isso, ela interrompe a penetração do marido e passa sinalizar para eu deitar, ao passo que ela montou em mim em seguida. 

Ela mesmo conduziu o meu membro para dentro dela, que deslizava  deliciosamente. Com uma das mãos, agarrei-lhe o traseiro e com a outra, um dos seus seios. Seu marido se postou ao lado dela, para que conforme fosse cavalgando em mim, ela o fosse chupando. Sua mulher, foi alternando entre algumas reboladinhas quando meu sexo estava bem dentro dela, a estocando em uma penetração frenética, cada vez mais intensa na cavalgada.

Ela gemia, cravava suas unhas em meu peito, que eu não sentia direito, de tão anestesiado que estava de prazer. Seu marido a segurou pelos cabelos e bateu com eu membro no rosto dela. Ela gostou!

Aquela mulher deliciosa continuou com a movimentação frenética, até que de repente parou, senti a tremer, gemendo, mordendo os lábios e cravando mais ainda suas unhas em meu peito. Ela estava gozando e aquilo me excitava muito mais. Quando ela volta a si, trocamos de posição. Ela ficou de quatro para mim, enquanto continuava chupando o marido, que se deitou de frente para ela. Eu voltei a penetrá-la, mas com um ritmo mais vagaroso, tirando e colocando meu membro, de dentro do seu sexo. Alternei esse movimento, passando a colocar mais fundo, parar por segundos lá dentro e voltando a tirar em seguida.

Voltei a colocar só a cabecinha e estocar firme e fundo, parando por mais alguns segundos. Cheguei a dar tapas em sua bunda, chegando a deixar a marcas avermelhadas em sua pele. Percebi que ela gostava, olhando de lado pra mim, com um sorrisinho safado e dizendo: “Continua safado, gostoso!”. Continuei e com a outra mão, penetrei o dedão em seu cuzinho. Ela gostou ainda mais em ser penetrada duplamente, se contorcendo toda.

Depois desse furor todo, ela foi se encaminhou para cima do seu marido, encerrando o deleite de minha penetração naquele momento. Ela estava por cima dele, cavalgando tesudamente. Levanto-me, fico diante dela, que passou a me chupar. 

Após isso,  ela segurou meu membro e cavalgando no marido, ela me olhou e disse: “Quero os dois dentro de mim.”. Compreendi de pronto, qual estava sendo o seu o pedido. O seu desejo era ser penetrada duplamente. Então, coloquei um novo preservativo, ela me informou que havia um gel lubrificante em sua bolsa, para que eu pegasse e passasse antes em seu cuzinho.

Posicionei-me para penetrá-la em seguida. Ela parou o movimento em cima do marido, facilitando minha penetração, que após penetrado, começamos de forma vagarosa e com cuidado em nos movimentar, a estocando duplamente. 

Neste momento, era visível na face de nós três, o extremo prazer que sentíamos. Logo em seguida, depois de umas boas estocadas duplas, invertemos. Ela virou-se contra o marido, sentando em meu membro, penetrando sua sedenta buceta e ele passou a penetrar seu cuzinho já mais receptível. Não era uma posição muito confortável para mim, a movimentação e penetração, ficavam mais limitadas. Depois de mais umas belas estocadas de ambos, mudamos novamente. Seu marido sentou-se no sofá e ela o chupando,  voltou a ficar de quatro para mim.

Eu já estava consumido de prazer, que depois de estocá-la na buceta naquela posição, mudei, passando a estocá-la um pouco mais em seu cuzinho. Sentia que não me faltava muito para minha explosão. Parei de estocá-la, levantei-me e tirei o preservativo. 

Ela, mais uma vez, sentou-se sobre seu marido que continuava no sofá, de costas para ele e de frente para meu membro. Enquanto rebolava em cima dele com o mastro penetrado em teu cuzinho, ela me chupava e me masturbava, momento que eu já estava em prazer sublime, demonstrando notoriamente que já estava para explodir e percebendo isso, ela abocanhava-me ainda com mais vontade.

Quando sinalizei que estava vindo, ela inclinou-se em minha direção, juntou os seios e pediu que eu gozasse neles. Foi o que eu fiz, gozei deliciosamente em teus seios, dando um verdadeiro banho de porra nela, que com as mãos, ela mesmo espalhava por eles, como se fosse um creme hidratante. Em seguida, segurou em meu membro, passou pelos seus bicos rijos e finalizou  com uma deliciosa chupada sugadora, aproveitando até a minha última gota. 

Logo saiu de cima do marido, ajoelhou-se diante dele e começou a chupá-lo fervorosamente, com agilidade e habilidade que rapidamente ele também gozou, só que dentro da boca dela, que sugou cada gota, engolindo tudo.

Ficamos ali parados, nos recompondo. Ele estava sentado no sofá, bem encostado, quase que deitado. Ela estava sentada no colchão e entre as pernas dele e eu estava em pé. Estávamos zerados, esgotados de energia e com as respirações ainda ofegantes, corpos suados e aos poucos fomos voltando ao normal. Já eram 05:20 da madrugada, ficamos praticamente três horas naquela frenesi sexual toda.

Peguei os copos e com whisky, brindamos.

Logo em seguida, a mulher foi a primeira a ir ao banheiro, com sua expressão de completa satisfação e esgotamento, tomou uma ducha e quinze minutos depois saiu. Seu marido foi o próximo. Enquanto isso, ela após tirar a toalha e antes de começar a se vestir, veio até a mim e deu-me um gostoso abraço e com a boca já asseada e em hálito fresco, beijou-me.

Quando seu marido saiu do banheiro, fui rapidamente passar uma ducha em meu corpo e minutos depois sai de lá apenas enrolado em uma toalha. Ela já estava praticamente toda vestida e ele a ajudava a fechar o zíper do vestido. Após já trocados, ele ainda me ajudou a colocar a sala em ordem novamente. O restante eu mesmo me encarregaria de organizar.

Então, nos despedimos.

A mulher, mais uma vez me abraçou e me beijou, enquanto ele deu-me um abraço amigável; agradecidos pela experiência vivenciada, mas sem troca de contatos. Não havia necessidades disso, como se fossemos repetir. Foi uma noite apenas. Um momento de experiência e oportunidade impar. Nada além.

Não existiam expectativas de repetirmos a “dose”. E ficou assim, uma experiência para todos; uma ótima noite de muito prazer orgástico e intensidade extrema.

Evidente que eu adoraria repetir mais vezes, mas não precisava ser com as mesmas pessoas. Aliás, nem mesmo com um casal de marido e mulher, quando que existem outros formatos.  Tudo que eu vislumbrava agora, era que esta experiência havia me aberto para tantas e tantas outras possibilidades e vivências sexuais. E eu desejando explorar cada uma delas.

Assim terminou a viagem.

Quando saíram, deixei o apartamento organizado, fui para o banho e logo após fui cochilar; afinal, já era quase de manhã e logo embarcaria de volta.

Ao deixar a “Selva de Pedras”, percebi o quão tudo é possível acontecer nela. De como eu e esta cidade temos certa sintonia.  Então, em tom de cochicho eu disse: “Até à volta São Paulo”.

Pensamentos Insaciáveis

Casais que se formam em uma noite fria, num bar, em meio a amigos e música alta. Encontro sexuais virtuais, via webcam, exibicionismo, excitação, prazer e gozo. Whisky, cigarros, observar de uma dança, provocação, olhares maliciosos, encurralar na parede, toques íntimos, beijos sedentos, o jogo da conquista. Encontro combinado, dominação, surpresa, intensidade, selvageria, performance erótica, algemas, vendas, velas. Vinhos, corpos nus, se permitir, arriscar, viver e experimentar. Prazeres delirantes, insaciáveis e orgásticos. Línguas ensandecidas, suor, gemidos, unhas cravadas na pele, arranhões, mordidas, puxões de cabelo. Corpos entrelaçados, explosões em gozo. Tudo isso, você irá encontrar nos contos a seguir. Esteja preparado(a) para uma viagem literária, recheado de erotismo e sexo, mas também de sentimentos e reflexões. Deixe sua mente livre e permita-se! Me amem ou me odeiem. Mas de preferência, me amem mais, fodendo comigo, do que me odiando…

Escrito por

Willian Artale

34 anos, Advogado, natural de Dracena, interior do Estado de São Paulo. Já participou de vários projetos literários, sendo um deles, o livro: ‘Vampirus Brasil: Sedução, Fascínio e Traição, publicado em 2008, na cidade de São Paulo, pela Giz Editorial, em conjunto com mais 14 outros atores, nacionais e internacionais. Também foi colunista colaborador para a virtual Revista ‘Subjetiva’, na coluna dedicada ao erotismo. Em 2015, publicou seu livro autoral, intitulado ‘Pensamentos Insaciáveis’, pela Editora Multifoco, selo Erotika.